terça-feira, 11 de junho de 2024

Jua Forró 2024 - Programação divulgada

 Nossa programação está recheada de atrações incríveis que vão fazer você dançar e se divertir como nunca! Confira o que preparamos para vocês:



📅19.06 - Quarta-feira
Começamos com tudo!

Fábio Carneirinho
Luiz Fidelis
Mano Walter
Padre Caio Cavalcanti
Lorim Vaqueiro
Balancear

📅20.06 - Quinta-feira
A festa continua!

Solange Almeida
Banda Líbanos
Karynna Ferreira
Os Cabras de Lampião
Felipe do Acordeon
Leandro Tavares

📅21.06 - Sexta-feira
O ritmo esquenta!

Taty Girl
Joquinha Gonzaga
Leonardo de Luna
Anderson & Vei da Pisadinha
DJ Gvará
Simone Vox

📅22.06 - Sábado
Uma noite inesquecível!

Fagner
Ruan Rodrigues
Ingrid Loyanne
Tony Alves e Leo Alves
Junior Freitas
Gledson Gomes

📅23.06 - Domingo
Fechamos com chave de ouro!

Marcelo e Rayane
Joãozinho do Exu
Jota Farias
Pepito
Grupo 1 Pretexto

A rede de fast food Bob’s projeta abrir mais cinco lojas no Ceará ainda em 2024 . Entre as cidades Crato e Juazeiro, no Cariri estão no radar.

 A rede de fast food Bob’s projeta abrir mais cinco lojas no Ceará ainda em 2024, em um plano de expansão que deve gerar 150 empregos diretos.


O foco da marca é chegar a médias e pequenas cidades cearenses com potencial de mercado, cuja população seja a partir de 80 mil habitantes.


Cidades no radar
As cidades de Crato e Juazeiro, no Cariri, além de Tianguá, Pacatuba, Aracati, Aquiraz, Iguatu, Sobral, Maracanaú, Caucaia e a capital Fortaleza estão no radar da rede.

“O Ceará está entre as três principais economias do Nordeste, com um crescimento consistente nos últimos anos. Tanto a capital, Fortaleza, como o interior estão repletos de oportunidades para investidores e empreendedores”, afirma Fabiano Lima, diretor de expansão do Bob’s.

Em todo o País, a rede possui mais de 1.000 pontos de venda.


Fonte: Diário do Nordeste

Juazeiro do Norte é um dos contemplados com plano de arborização financiado pelo CAF

O município de Juazeiro do Norte está entre os cinco municípios brasileiros contemplados com o projeto de arborização urbana, financiado pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF). O projeto visa desenvolver um plano estratégico para arborizar a cidade com foco em mitigar e combater os impactos das mudanças climáticas, catalisadas pelo excesso de CO² na atmosfera terrestre.

O plano de arborização consiste, entre outras coisas, na revegetação da cidade através do plantio de árvores nativas da região. Entre outras justificativas, a ação objetiva também frear o processo de desgaste e desertificação do bioma Caatinga, exclusivo do Brasil, que abrange predominantemente a região nordeste do país. Concomitantemente ao plano de arborização, o projeto também inclui a recuperação e preservação das nascentes pluviais do município e a elaboração de um plano de comunicação institucional para a promoção do projeto.

Segundo Eraldo Oliveira, superintendente da Autarquia Municipal de Meio Ambiente (Amaju), esse plano é uma conquista ímpar para Juazeiro do Norte, principalmente em meio à crise climática vivenciada na contemporaneidade. "Esse plano de arborização, gratuitamente concedido pelo CAF e elaborado especificamente para a nossa cidade, vai compor com toda a nossa equipe um pré-diagnóstico do nosso plano de arborização e recuperação de olhos d'água e outros pontos do nosso aquífero. Em plena crise ambiental que o mundo passa, esse plano de arborização é uma oportunidade ímpar como jamais vista aqui no nosso município", comenta.

O planejamento de arborização, bem como o de recuperação de nascentes e comunicação, está sendo executado pela Certare, empresa de consultoria contratada pelo CAF. Atualmente, o plano se encontra na fase de caracterização prévia, etapa na qual está sendo feito um diagnóstico do município, além do desenho das estratégias que serão adotadas para o início das atividades. No próximo dia 17, está agendada uma visita dos técnicos da Certare ao município.

Os municípios contemplados com o plano de arborização foram escolhidos através de critérios estabelecidos pelo próprio CAF. Além de Juazeiro do Norte, os outros quatro municípios que completam a lista de beneficiados também são cearenses. São eles: Irauçuba, Ipueiras, Tauá e Fortaleza.

fonte: ASCOM /PMJN

sábado, 8 de junho de 2024

Texto Dom Samuel Dantas OSB- décimo domingo do tempo comum

 

Texto bíblico: Mc 3, 20 – 35

 

“Em verdade vos digo que tudo será perdoado aos filhos dos homens, os pecados e as blasfêmias, por mais que as tenham proferido; mas se alguém blasfema contra o Espírito Santo, fica para sempre sem perdão” (Mc 3, 28 – 29), diz-nos nosso Senhor Jesus Cristo neste domingo.

A primeira e imediata impressão que um leitor desavisado destas palavras de Jesus pode ter é que para todo e qualquer pecado cometido há perdão da parte de Deus e que apenas para um único pecado – o cometido contra o Espírito Santo – não existe perdão nem aqui nem no além. Tal impressão, todavia, é errônea, baseada em uma leitura perigosa e superficial que não vai além da letra e que por isso mesmo não consegue captar o sentido mais profundo do que o filho de Deus, nosso celeste pedagogo, nos quis ensinar.

Muitos cristãos habituaram-se a ler e interpretar as palavras do Senhor a seu modo, mas o resultado de um tal tipo de interpretação pode revelar-se ao fim desastroso. Do fato de Jesus ter dito: “tudo será perdoado aos filhos dos homens” tais intérpretes costumam deduzir, como se se tratasse de consequência lógica e necessária, que não importa o que faça e quanto faça o pecador ao longo de sua vida, pode contar com a certeza do perdão divino, pois foi ele em pessoa que disse: “tudo será perdoado aos filhos dos homens.”

Ainda que Jesus não o tenha dito – se o não disse foi por tratar-se de algo tão óbvio que nem era preciso dizer – todos sabemos e a Igreja o ensina, que só há perdão para quem sinceramente se arrepende dos pecados cometidos, de sorte que Deus perdoa somente a quem se arrependa e peça perdão. Não havendo arrependimento da parte de quem peca, não há nem pode haver perdão da parte de Deus. De que modo pois havemos de entender o “tudo será perdoado” de Jesus? Tudo será perdoado somente com a condição de que nos arrependamos; tudo será perdoado contanto que nos voltemos arrependidos para aquele a quem ofendemos pedindo-lhe perdão. Mas, se não nos arrependermos, caso não peçamos perdão a Deus por tê-lo ofendido, tenhamos por certo, porque é de fé, que nada, absolutamente nada nos será perdoado.

Não podemos nem devemos dar as palavras do Senhor Jesus um sentido e uma extensão que elas não têm nem nunca tiveram!

É neste sentido que se deve dizer que o pecado cometido contra o Espírito Santo, do qual o Senhor nos fala neste domingo,  não é o único pecado para o qual não há perdão divino nem neste mundo e nem no futuro. Se o pecado cometido por quem quer que seja é grave, ainda que tal pecado não tenha sido uma blasfêmia contra a terceira pessoa da Trindade, não será perdoado se quem teve a desventura de o cometer dele não se arrepender e para ele não pedir perdão a quem unicamente o pode perdoar.

Perdão há sempre para quem se arrepende, e a Igreja que é mãe nunca deixou de proclamar em toda a sua longa e sofrida história esta consoladora verdade que impede caímos nós em inconsolável desespero por causa das nossas culpas habituais. Perdão há sempre para quem o busca. O que a Deus se pede não pode ele deixar de nos conceder, contanto que seja para nosso bem e santificação.

Quem vive apregoando aos quatro ventos que Deus perdoa sempre, não deve esquecer-se de dizer que a condição para que ele perdoe é que o pecador verdadeiramente se arrependa e peça perdão, o que nem sempre sucede. Quem diz que Deus perdoa sempre não mente!  Nisso eu creio e é esta uma das razões da minha esperança inabalável de salvar-me. Já quanto ao ser humano arrepender-se sempre, disto eu já não tenho certeza...

quarta-feira, 5 de junho de 2024

No Cariri, ministra da Cultura participou do lançamento do Programa Kariri Criativo

 “A cultura, além de ser um legado, também é um setor que gera a economia no país”, afirma Margareth Menezes


Ministério da Cultura (MinC), em parceria com o Governo do Ceará, lançou nesta terça-feira (4) o Programa Kariri Criativo, que busca impulsionar o desenvolvimento da economia criativa na região do Cariri. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, marcou presença no evento realizado no Crato, que reuniu autoridades e contou com apresentações culturais.

“Nossa visão no Ministério é nacionalizar o fomento. Fazer com que cada cidade, cada estado, possa gerar seus eventos culturais. Neste momento nós temos a Lei Rouanet e a Política Nacional Aldir Blanc. Agora a gente precisa também preparar o setor cultural, então veio essa ideia do Kariri Criativo, para trazer ferramentas para o segmento, qualificar. E aí nós faremos a economia criativa girar com mais qualidade”, declarou a ministra, que salientou: A cultura, além de ser um legado, também é um setor que gera a economia no país”.

O Programa visa mobilizar, qualificar e integrar lideranças, organizações e atores da economia criativa da região, incentivando o alinhamento das demandas locais e a união das políticas públicas municipais, estaduais e federais, destacando o fortalecimento das dinâmicas econômicas de criação, produção, comercialização e consumo de bens e serviços criativos em prol do desenvolvimento sustentável.

A iniciativa será viabilizada por instrução normativa, assinada durante o evento, que estende o alcance e as possibilidades de financiamento da cultura pela Lei Rouanet. O mecanismo de incentivo, agora com foco também no desenvolvimento de políticas públicas de economia criativa, representa um avanço no sentido de fomentar a cultura e expandir parcerias.

O secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural, Henilton Menezes, lembrou da criação do Programa. "Nós temos a principal lei de incentivo à cultura desse país, a Rouanet, então passamos a remodelar esse mecanismo, que tem uma lógica que só financiava produtos e serviços culturais, para que passasse também a enxergar o território como um lugar de desenvolvimento local e sustentável a partir da cultura brasileira”. E acrescentou: “A partir desta quarta, projetos similares ao Kariri Criativo podem se inscrever na plataforma da Rouanet para obter a possibilidade de financiamento. Vamos trazer recursos para todas as regiões brasileiras. A ministra tem dito que precisamos nacionalizar os recursos da Lei. Por isso criamos o Rouanet Norte e Rouanet Favelas e agora  apresentamos o Rouanet nos Territórios Criativos”.

Serão atendidas pelo Kariri Criativo as cidades de Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Missão Velha, Nova Olinda e Santana do Cariri, na região do Cariri, célebre por sua produtividade econômica e diversidade cultural.

A secretária da Cultura do Ceará, Luisa Cela, salientou o papel que o Programa tem na qualificação dos fazedores de cultura. “Nós precisamos profissionalizar a política pública de cultura e a gestão cultural no nosso estado e no país para que a gente possa transformar a realidade dos nossos territórios”.

A iniciativa irá impulsionar o desenvolvimento econômico da região, por meio da produção cultural. As ações têm o apoio do Banco do Nordeste e serão pautadas pelo diálogo com a sociedade.

“Não existe desenvolvimento sem a valorização de seu povo, e temos a certeza que o fortalecimento da economia criativa é o caminho certo para a inserção social em nossa região”, comentou a superintendente do Banco do Nordeste do Ceará, Eliane Brasil.

A atividade contou ainda com a participação do secretário de Formação, Livro e Leitura do MinC, Fabiano Piúba; da presidenta da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Maria Marighella; da secretária de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do Ceará, Vilma Reis; do prefeito do Crato, Zé Ailton; da secretária-Executiva de Gestão de Planejamento Interno da Secult-CE, Gecíola Fonseca, e do secretário-Executivo da Cultura do Ceará, Rafael Felismino.

O intuito é integração das atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação no campo da cultura e a utilização da experiência e da especialização de cada um, em suas áreas de atuação.

Entre os presentes estavam a secretária da Cultura do Ceará, Luisa Cela; e o presidente da Assembleia Legislativa, Evandro Leitão.

fonte: minc

Festa de Santo Antonio em Barbalha- Dia do Pau da bandeira

Festa de Barbalha é de Primeira 

A dimensão grandiosa que toma a festa de Barbalha , principalmente na sua abertura no dia do pau da bandeira é sempre tomado de muita alegria e participação de toda comunidade do Cariri. Aliás , falamos também de vários turistas , televisão local e nacional e sites da net.



A proporção que a festa cresce , o orgulho de pertencimento do povo barbalhense é notado pelo capricho e organização desde a decoração, as atrações artísticas, a educação escolar para a cultura , as atrações locais . O parque da cidade foi totalmente recuperado dando espaço ao lazer, artes, esporte e cultura do seu povo .

escolares 

grupo de teatro

penitentes 

As missas, quermesses, festejos populares, cortejo, corte do pau e replantio de novas árvores, apresentações artísticas locais e nacionais, manifestos sociais, lazer inclusivo, procissão e colocação do pau da bandeira, comunhão e encontro das famílias, Barbalha tece e expande no seu território o pertencimento Cariri .


Aqui algumas imagens das mídias sociais , e nossas. 

sábado, 1 de junho de 2024

NONO DOMINGO DO TEMPO COMUM Mc 2, 23-28 Texto Dom Samuel OSB

Nota: A Igreja, depois dos tempos quaresmal e pascal, retoma a partir deste domingo, o tempo litúrgico que se chama “comum”, composto de 34 semanas, sendo dos tempos litúrgicos o mais longo.

Conta-nos São Marcos evangelista no trecho evangélico lido pela Igreja neste domingo, que, passando Jesus com seus discípulos por um campo de trigo, puseram-se eles a arrancar espigas e a comê-las, o que provocou a crítica dos fariseu, os quais disseram que não era lícito se fizesse aquilo em dia de sábado.

São Marcos não deixou claro em seu relato a razão pela qual os discípulos do Senhor fizeram aquilo, mas já o evangelista Mateus, ao narrar o mesmo fato, observou: “Seus discípulos sentiram fome.”  Eis aí a causa do ato praticado pelos discípulos!

Os fariseus limitaram-se no seu julgamento a fazer o que quase todos nós fazemos nos nossos quando julgamos as ações alheias, cujas causas, via de regra, ignoramos completamente. Olharam somente para a ação exterior sem, no entanto, ponderar sobre a causa que teria dado origem àquela ação.

Os discípulos colheram espigas e as comeram porque estavam oprimidos pela fome, por causa da qual aliás, alguns por vezes chegam ao ponto de roubar, e precisamente para que os não mate a fome. Os fariseus condenam sumariamente o ato, muito embora tenha sido praticado por causa da fome.

Inúmeras vezes fazemos nós exatamente o mesmo, se bem pensarmos. Vemos ações praticadas e ao invés de nos perguntarmos por qual razão terá fulano feito isto ou aquilo, limitamo-nos como aqueles detestáveis homens a dizer que aquilo não é lícito, que a lei não permite tal ou qual coisa. Vê alguém uma pessoa comer muito e sem parar para pensar que talvez o faça porque já há dias não come nada, já a acusa de ser um glutão; vê uma mulher a outra conversando com alguém que não é seu esposo, e já a toma por adúltera, sem todavia refletir que possa tratar-se de uma inocente conversa entre dois bons amigos; fica alguém sabendo que um colega de trabalho não apareceu na empresa para a faina cotidiana e ao invés de pensar que a causa da ausência deveu-se talvez a uma noite as claras, já se refere ao colega como um preguiçoso e um relaxado.

Não havia nada de errado nem de delituoso no que os discípulos, premidos pela fome, fizeram naquela ocasião, e tampouco uma proibição expressa da lei. A lei dispunha, é bem verdade, que não se devia trabalhar em dia de sábado, mas em lugar algum estava escrito que era vedado a alguém arrancar espigas e come-las num dia de sábado, ainda mais quando estivesse sentindo fome.

 Os fariseus, como a esmagadora maioria dos seres humanos, viram delito onde não havia nenhum e o que é pior, julgaram uma ação alheia, coisa que habitualmente costumamos nós também fazer, sem pensar na possível causa que lhe deu origem. E mesmo que porventura constituísse um pecado arrancar espigas num campo em dia de sábado e come-las, ainda sim, a fome serviria para justificar o cometimento de tal ação, porque mais importante que a simples observância de qualquer lei, é o bem estar do ser humano, criado à imagem e semelhança da divina Trindade, e chamado a viver com ela para sempre.

Nosso senhor não viu falta nenhuma no que aqueles homens famintos fizeram por causa da fome que estavam sentindo e por isso disse aos fariseus que eles não cometeram falta.(Mt 12, 7)

Que diferença há entre o juízo de Deus e o dos seres humanos! Onde os homens, costumeiramente péssimos julgadores, veem falta, Deus, cujo modo de julgar é bem diverso do nosso, porque ele vê a intenção enquanto nós apenas a ação externa, nada vê de grave nem de criminoso!

Quantas ações há neste mundo que vistas em si mesmas nos parecem más e ilícitas! Se, todavia, nós víssemos os motivos que estiveram na sua origem, elas já não nos pareceriam tão más e os seus autores, tão faltosos! O inverso também bem pode suceder. Quantas ações há, que aparentando ser boas e santas, não o são na prática porque inspiradas em muitos casos por intenções secretas nem um pouco belas e nobres! Neste mundo(isso é coisa bastante comum na Igreja) quantas pessoas há que fazem o bem para que os outros as chamem de bondosas e como tais as tenham!

Neste sentido, o ato de quem rouba para não morrer de fome nada tem de delituoso, ao passo que nada vale aos olhos de Deus a esmola do que a dá para ser tido e chamado de caridoso. É assim que alguém pode roubar sem ser ladrão como alguém pode fazer o bem sem ser na essência verdadeiramente bondoso.